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[Humor]-Fatos Estranhos Sobre Games

Postado por luan em 30 nov 2009 - (1) Comentário

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Bem, já que eu sou praticamente responsável pelas seções de Games e de Humor agora, resolvi matar dois CTs com um headshot coelhos com uma cajadada e fazer um post duplo! Sabem o que isso significa ,amiguinhos, sabem?
Humor nerd! YEAAAAH, CHARLIE![?]

Bem, existem muitas coisas no jogos de videogame que me intrigam. Simplesmente me intrigam. São tantas que…resolvi separar por categoria.
Leiam e vejam se não é realmente bizarro:

Geral:

1-Regra do Artista Preguiçoso: Em games, você precisa economizar. Quando você lê em algum lugar que um jogo tem,suponhamos, 20 inimigos, na verdade são 4 inimigos, cada um com 5 cores diferentes.

2- Regra da Cura Milagrosa: Todo e qualquer item de recuperação funciona INSTANTANEAMENTE.Não importa se são poções, anestésicos, caixa de primeiros socorros ou hambúrgueres.

3-Regra do Personagem Auxiliar: O personagem secundário é SEMPRE melhor que o principal. Veja Tails, Zero, Knucles, Ken e Luigi para mais informações.

4-Regra do Pedreiro Amigo: Os personagens principais são amigos do pedreiro que fez o lar do vilão do mal. Os muros que você pode quebrar para abrir passagens secretas sempre tem rachaduras extremamente chamativas ou são simplesmente, pintadas mais claro em relação ao resto da parede. Leia Mais [+]

Um pouco sobre luan

Review: Deception III-Dark Delusion

Postado por luan em 14 nov 2009 - (2) Comentários

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Tela Principal do Game

Tela Principal do Game

Aqui é o Luan de novo, experimentando o novo design  do Carapuça, e trazendo um review de game ótimo pra vocês!

“Mas peraí, esse cara não tava escrevendo na seção de Humor?”

Pois é, eu sou multitarefas. :D

Vim aqui para falar de um jogo de Playstation que eu considero um injustiçado. Com gráficos ótimos, um som que não deixa a desejar e uma jogabilidade inovadora, Deception III: Dark Delusion devia ser um jogo obrigatório para todos aqueles que tiveram um PSX.

A história se passa num mundo medieval  fantástico e sombrio. A personagem principal do jogo é Reina, uma menina traumatizada pela morte dos pais, que são de uma casta de pessoas conhecidas como “Burgafadans”. Essa casta é alvo de preconceito  por parte do rei, que pretende exterminar os Burgafadans e tomar a sua terra. ( me lembra tio Adolf na Segunda Guerra.)

Depois de alguns flashbacks iniciais mostrando Reina criança sendo levada para longe dos pais, o jogo mostra a personagem, capturada, diante do rei, que resolve não executá-la de imediato, devido à sua beleza, e a manda trancar na masmorra.  Lá dentro, ela recebe a ajuda de uma voz misteriosa, que  joga para a moça uma pedra, que se funde à seu corpo, e lhe concede poderes especiais. Poderes maneiros. Poderes sangrentos. Reina ganha o poder de conjurar “armadilhas”. Logo, um guarda vem até a cela de Reina e ela precisa se defender. E aí que o jogo começa.

“Armadilhas? Que porra é essa? “

Essa é a parte interessante do jogo, a que me conquistou e me fez escrever esse review. Ao contrário dos jogos comuns, as armas de DIII:DD  são armadilhas, que você espalha em lugares estratégicos do cenário para detonar seus inimigos. Você pode plantar armadilhas no chão(como armadilhas de urso e pedaços do chão que levantam, jogando o inimigo longe), na parede(flechas, e paredes móveis que esmagam) e até mesmo  no teto, como rochas enormes que caem ou foices e pêndulos mortíferos!

As possibilidades são praticamente infinitas, já que o jogo permite que você combine as armadilhas em combos, como prender o infeliz numa armadilha de urso, para acertá-lo com uma flecha e finalizá-lo com um pêndulo em chamas. Também existem armadilhas únicas de cada cenário, como uma pilastra que você pode fazer cair em cima de algum inimigo, utilizando outra armadilha como força-motriz(como uma parede móvel, por exemplo), escadas que podem ser transformadas em rampas, alçapões, e inclusive uma lareira comum pode ser transformada em arma, se você for esperto.

Conforme o jogo progride, você vai ganhando opções de criar novas armadilhas, combinando as antigas com anéis que guardam certos elementos. Por exemplo, combinando a armadilha “Rocha” com o elemento “Fogo”, o que você tem? Uma rocha flamejante, OMG! WIN!

A história do game te deixa um pouco confuso no começo, mas não decepciona, contando com múltiplos finais diferentes, dependendo de suas escolhas durante o jogo.

Os inimigos vão ficando mais fortes e mais espertos com o decorrer das fases, e podem te dar algum trabalho, principalmente os guerreiros infernais, que se teleportam, são imunes a quase tudo, e deixam seu life quase no zero com apenas duas porradas(sendo que a segunda é dada quando você está no chão se recuperando da primeira).

Com gráficos e som dignos da época final do PSX( quando os programadores e artistas aprenderam a utilizar todo o potencial do console), uma história trágica e cativante, e um estilo de jogo que até hoje não consigo definir, de tão surpreendente, eu recomendo Deception III: Dark Delusion para todo gamer que gosta de um jogo bem feito.

Um pouco sobre luan

É pau na casa de noca

Postado por guilherme em 19 out 2009 - (4) Comentários

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Quando se fala em jogos do estilo  beat’ em  up já vem na cabeça o seguinte esquema…”andar e dar porrada”. Bom…..De fato isso é verdade !! Um dos primeiros (ou o  primeiro) beat’ em up lançado foi o Kung Fu Master tambem conhecido como Spartan X…

Spartan X de NES
Spartan X de NES

…Eu lembro de passar várias tardes da minha infância jogando esse jogo. Mas o fato é que apesar da simplicidade os jogos desse gênero foram evoluindo até que chegaram a ter seus anos dourados que foram do final dos anos 80 até o meado dos 90. Todo essa introdução sobre o gênero veio para que eu possa falar sobre um dos maiores clássicos dos video games e que marcou éra para muitos que hojes são jovens ou adultos e até algumas crianças de hoje em dia conhecem algo sobre o jogo….Estou falando sobre o primeiro beat’ em up a realmente fazer um impacto no mundos do games…….Eu estou falando de Double Dragon. Leia Mais [+]

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