Linux | Carapuça

Um problema para um usuário ruim

Postado por Lucas Barata em 7 ago 2010 - (3) Comentários

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Ah, a tecnologia. A evidência do avanço dos homens pelas épocas. Não tem coisa mais admirável, bonita e bastarda do que a tecnologia. Tenho certeza absoluta que a tecnologia é a coisa mais filha da putamente encantadora do mundo. Bem, pelo menos para um usuário ruim como eu! Caramba, eu sempre fico puto com como a tecnologia e especialmente computadores e sistemas operacionais me fazem pirar. E olhem que eu não tenho pavio curto, é difícil me fazer perder a cabeça.

Pois bem, estava eu aqui, no meu confortável lar, olhando a internet quando enfim o IPod que ganhei chegou. Fiquei animado. Cacete! É um IPod! É o que saiu quando um discman estuprou o Steve Jobs, é demais! Enfim, estava aqui mexendo nesta maravilhosa bugiganga pensando em baixar o ITunes e aí eu lembro:

“Caralho, será que tem ITunes para o Ubuntu?”

A resposta é NÃO. Não tem ITunes para Ubuntu, só para Windows e Mac. Bem, até aí tudo bem. “Poxa, o Ubuntu é bom, tenho certeza que deve ter algum programa que funciona como ITunes, sempre tem.” Ding ding ding! Estava certo, têm programas que fazem isto. Foda, descobri que de todos os programas disponíveis, não sei usar nenhum. “Porra Lucas, você é uma anta, hora do plano B: instalar o Windows em um HD livre e se virar com isto”. Claro, meu pai sempre tem um CD do Windows XP no bolso( e é sério isto.). Comecei a instalar, todo pimpão até que dá uma merda e meu HD é formatado, possivelmente foi culpa minha.

Pessoal, foi foda. Entrei num estado de fúria avassaladora nível 6 que faria qualquer super sayajin tremer. É estranho, você ama algo e quando ela te desaponta, você começa a querer esmigalhá-la e destruí-la de todas as formas possíveis! Uma hora antes, eu estava muito bem com meu Ubuntu que é de fato um ótimo sistema operacional, e depois, lá estava eu, em fúria, logo depois do estágio negação. O Ubuntu tinha que acabado de virar uma pica enorme se preparando para foder com a minha paciência que nesse momento tinha descido da minha cabeça para o meu rabo. Mas tudo bem, sou um cara racional e diplomático, não iria recorrer a violência de jogar minha CPU no chão e começar a esmagá-la com um taco de madeira. Até porque eu não tenho nenhum taco de madeira.

Desisti da ideia da instalar o Windows, sistema por sistema, é melhor não fazer mais merda e deixar meus outros HDs intactos. É difícil perder um HD que guardava pornografia, eu tinha uma ligação com ele, é como se ele fosse um prolongamento da minha imaginação erótica. E além do mais, eram gigas disto. Ah, que diabos, eu posso fazer um novo acervo. Fora isto, não perdi muita coisa que me vá fazer falta, só aquelas coisas que você sente pena de deletar como fotos, imagens, vídeos e coisas assim, não perdi nada que realmente vá fazer muita falta. Enfim, voltei para o plano A, fazer os programas funcionarem. Busquei todas as informações que precisava para fazer uma gambiarra e fazê-los funcionar mas nada deu muito certo. Com certeza foi falta de atenção minha, sou um usuário de merda. Por fim, desisti e chorei no ombro de um amigo que vai me ajudar. Moral da história: Tenha amigos bons com computadores se você for um preguiçoso de merda.

P.S.: Este post não pretende denegrir a imagem de qualquer sistema operacional ou qualquer coisa do tipo, é só um relato de um usuário ruim com uma atitude péssima. Estudem informática e mirem o futuro, eu vou é coçar o meu saco e continuar a odiar mexer com tecnologia.

Um pouco sobre Lucas Barata
Vocês realmente não querem saber.

Adote um Pinguin!

Postado por Danillo Souza em 17 jul 2010 - (1) Comentário

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Tux (mascote do Linux)

Tux (mascote do Linux)

Bom, nem preciso perguntar se todos conhecem o windows não é mesmo? Mas e o Linux? Conhecem Linux? Conhecem mesmo ou só ouviram falar? Ou pior, ouviram pessoas falando mal do Linux e tiveram uma péssima impressão? Se esse for o caso, saiba que essas pessoas falam mal porque nunca usaram realmente um Linux e não viram o seu potencial, ou usaram e na primeira coisa que não souberam fazer já começaram a chiar “ai, esse troço é muito ruim, não faz nada”. Ora, se a pessoa não sabe usar, a culpa não é do sistema, não é verdade?!

Mas então vamos a pergunta que vocês devem estar se fazendo: “Por que eu  deveria usar Linux?”.

O primeiro motivo é um dos que me agrada mais, e esse motivo é de que você tem total liberdade para fazer o que quiser e usar como quiser o Linux. Ele não é propriedade de uma empresa que cobra um preço absurdo. Ele é de todos,  é gratúito, é um sistema extremamente eficiente e seguro. Ser gratúito, ser de todos.. isso a primeira vista soa com um tom desleixado do tipo “é coisa de vagabundo, não deve ser bom”. Muito pelo contrário. Justamente por ser gratúito e livre, ele é desenvolvido e constantemente atualizado por programadores do mundo todo, que trabalham voluntariamente para fazer com que o sistema seja cada vez melhor e acessível a todo tipo de pessoa, seja ela leiga ou experiente.

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Um pouco sobre Danillo Souza
Desenvolvedor Web, futuro Cientista de Computação, meio que nada contra a maré por natureza, crítico(as vezes de mais) e paciente(as vezes de menos).

A história do Linux

Postado por Eduardo Alves em 2 mar 2010 - (0) Comentários

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Hoje venho aqui para dar início sobre uma série de posts sobre um dos melhores ou se não “o” melhor sistema operacional existente, o Linux.

Para dar início a essa série de posts vou começar falando um pouco sobre sua história:

Tux-o-Mascote-do-GNU-Linux

Tux o Mascote do GNU/Linux

O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história agora, para que você entenda melhor a do Linux.

A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já exisita uma versão do Multics rodando num computador GE645.]

Ken Thompsom era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome.

Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs.

Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como mainframes) por diversas multinacionais.

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Um pouco sobre Eduardo Alves
Geek sarcástico, intimidador, pesquisador, crítico, louco por novas tecnologias, e de uma personalidade nada ortodoxa.

Designer australiano cria guitarra digital

Postado por Eduardo Alves em 19 jan 2010 - (0) Comentários

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Misa Digital Guitar

Com tela sensível ao toque e Linux como sistema operacional, instrumento supera algumas limitações encontradas nos modelos convencionais

Enquanto você se esforça para tirar três acordes naquela guitarra velha herdada do irmão mais velho, ou esmirilha naqueles botõezinhos coloridos da guitarra que você usa no Rockband ou no GuitarHero, um designer australiano somou todas as ideias referentes ao instrumento de seis cordas, aliou tecnologia de ponta e criou a guitarra digital MISA.

A ideia do criador, identificado no site apenas como Michael, é apresentar um instrumento que supere as limitações de uma guitarra elétrica e que apresente melhores recursos para a produção de música eletrônica. Não há cordas no instrumento. Assim, a mão direita (no caso de guitarristas destros) fica livre do movimento usual para tocar as cordas. Com ela, você pode controlar a intensidade do som, a curvatura, a sustentação da nota e trabalhar melhor com sons sintetizados, uma vez que o corpo da guitarra é equipado com uma tela sensível ao toque, em vez das cordas e captadores. O braço é formado por entradas que simulam as cordas e que podem ser tocadas como se fossem cordas reais, permitindo a construção de acordes. Veja a Misa em ação aqui.

A interface minimalista dá ao instrumento certo ar intuitivo. O software utilizado na Misa segue o conceito open source e opera no sistema Linux. O que oferece a programadores liberdade para modificar a programação e até mudar a interface para criar ainda mais funcionalidade. A Misa é um controlador de MIDI. Precisa estar conectada em um módulo de MIDI. Atua com Linux Kernel 2.6.31 (Gentoo), possui 24 trases, tela sensível ao toque, saída de MIDI, Ethernet e servidor SSH.

Segundo a explicação do designer publicada no site da Misa Digital, a ideia não é a substituição da guitarra. Um de seus pedidos é que não sejam feitas comparações entre os instrumentos – embora ele mesmo a faça, ao avaliar as limitações da elétrica diante da sua invenção.

A comercialização do instrumento é feita pelo próprio designer, no site criado para a divulgação da guitarra. Apesar da modernidade apresentada – parece mais uma daquelas guitarras utilizadas no desenho dos Jetsons – a compra é feita exclusivamente por email.

Fonte: [MSN Tecnologia]

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Download Chrome OS

Postado por Eduardo Alves em 20 nov 2009 - (0) Comentários

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Chrome OS Screenshot

Interface do Chrome OS

A primeira versão do núcleo e interface Chrome OS já está disponível para download no site Chromium Source, mas se você não possui experiência para compilar o kernel e colocá-lo para funcionar, já existe disponível uma ISO do Chrome OS especialmente montada para o VMWare.

Para fazer o sistema funcionar, basta seguir os passos a seguir:

1 – Baixe a imagem do Chrome OS (280MB)

2 – Descompacte a imagem

3 – Baixe e instale o VMWare

4 – Abra o arquivo .vmdk no VMWare, clicando na opção “existing virtual disk” ou “use operating system disk”, dependendo da versão utilizada
Configure o VMWare para que utilize Bridged Networking
Depois do boot, seu login e senha é o mesmo usado na sua conta Google

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Olha a área tech ae!

Postado por Eduardo Alves em 16 out 2009 - (8) Comentários

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Bom dia, boa tarde, boa noite! Independente do horário que você estiver visitando nosso blog. Seja bem vindo!
Meu nome é Eduardo e sou o blogueiro da área de tecnologia. Sou web design e fissurado em tecnologia e escrevo este post com o maior prazer. Este blog é uma idéia de mais ou menos um ano e meio e com a ajuda de meus amigos pude concretizar. Sou carioca, tenho 18 anos e além de web design sou musico nas horas vagas, ou pelo menos tento!rsrsrsrsrs!

Essa área me fascina desde quando eu era um pequeno nerdzinho kkkkkkkkkkkkkkkkkk! lembro da primeira vez em que me deparei com um computador, 1995 para ser mais exato, era um IBM ThinkPad e lembro que na época era o que tinha de melhor hahahaha!Windows 95 com aquela bolinha vermelha no teclado onde eu passava horas desenhando no paint Brush e esperava meia hora para carregar uma foto na Internet discada! Leia Mais [+]

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